A China confirmou casos de febre aftosa em rebanhos bovinos, mobilizando autoridades sanitárias e colocando o mercado global de carnes em estado de atenção.
Os registros ocorreram nas regiões de Xinjiang e Gansu, envolvendo milhares de animais. Diante da situação, o governo chinês adotou medidas emergenciais para conter a disseminação da doença, incluindo controle sanitário rigoroso e ações de isolamento. 
Apesar do alerta, o cenário ainda é considerado controlado neste primeiro momento. A febre aftosa é altamente contagiosa, mas seus impactos econômicos costumam estar mais ligados a restrições comerciais do que à mortalidade dos animais.
Para o Brasil, a situação é acompanhada de perto. Como principal exportador de carne bovina para a China, qualquer mudança na produção ou demanda do país asiático pode influenciar diretamente o mercado brasileiro.
Caso o surto se amplie, há possibilidade de aumento da demanda por carne importada, o que poderia beneficiar exportadores. Por outro lado, se controlado rapidamente, o impacto tende a ser limitado.
O avanço ou contenção da doença nas próximas semanas será decisivo para definir os reflexos no comércio internacional de proteína animal.
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Fonte: Agrofy News
Texto: Gabriel Silva





