O mercado do milho registrou forte queda na Bolsa Brasileira (B3), refletindo uma combinação de fatores que seguem pressionando as cotações tanto no Brasil quanto no exterior.
Entre os principais pontos está a queda do dólar frente ao real, que reduz a competitividade do produto brasileiro no mercado internacional e impacta diretamente os preços internos. Além disso, o movimento negativo também acompanha as perdas registradas na Bolsa de Chicago, referência global para o cereal.
Outro fator relevante é o clima favorável na América do Sul, especialmente no Brasil e na Argentina. A melhora nas condições climáticas reduz preocupações com a safra e aumenta a expectativa de oferta, o que contribui para pressionar os preços. 
Na B3, os contratos futuros acumularam novas baixas, seguindo a tendência internacional e refletindo esse cenário mais confortável do lado da produção. Ao mesmo tempo, o mercado interno apresenta pouca movimentação, com negociações mais pontuais.
O avanço do plantio e as boas perspectivas para a safra reforçam a pressão sobre o mercado, indicando que, no curto prazo, os preços devem continuar sensíveis a fatores como câmbio, clima e comportamento das bolsas internacionais.
Fonte: Notícias Agrícolas
Texto: Gabriel Silva





